Leite: cooperativas pedem intervenção da UE para estabilizar mercado dos lácteos

Cooperativas de produtores de Portugal, Espanha, França, Itália, Finlândia e Áustria, assinaram um documento endereçado às instâncias comunitárias (Parlamento e Comissão Europeia) e aos governos dos Estados Membros presentes no documento, exigindo o estabelecimento de medidas para atenuar a crise no setor, que devem passar pela devolução do equilíbrio entre a oferta e a procura nos mercados lácteos.

As cooperativas propõem que se desenvolva um orçamento específico da UE, dirigido aos agentes que contribuíam para estabilizar/reduzir/planificar a produção. Neste sentido, estão a favor de que qualquer medida de apoio no setor lácteo deve contribuir para estabilizar/reduzir/planificar a produção, pelo que as possíveis medidas para aumentar os apoios ao armazenamento privado e/ou a limitação no leite desnatado em pó a preço fixo até as 350.000 toneladas deverá apenas dirigir-se aos agentes que tenham contribuído e adaptado a produção à procura do mercado.

Para além disso, as cooperativas pedem que, na futura PAC pós 2020, exista uma maior integração de ferramentas adequadas para gerir os efeitos da volatilidade, e para prevenir e gerir a crise.

A organização portuguesa que assinou o acordo foi a Fenalac – Federação Nacional das Uniões das Cooperativas de Leite e Lacticínios.

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