Exportações portuguesas de produtos agroalimentares crescem 28,6%

De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, as exportações aumentaram mais do que as importações no primeiro trimestre de 2017, face ao mesmo mês de 2016, permitindo uma redução do défice comercial.

As exportações portuguesas de bens alimentares e bebidas, no primeiro trimestre de 2017, ascenderam a 550 milhões de euros, um crescimento de 28,6% relativamente a março do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Ou seja, a evolução dos produtos agrícolas está acima da média de crescimento das exportações globais do País, que cresceu 23,9% no mesmo período. A exportação de produtos primários atingiu 181 milhões de euros, mais 49,2% que em março de 2016, e de produtos transformados cresceram 20,4% atingindo os 369 milhões de euros.

Redução do défice da Balança Comercial

Em março de 2017, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +23,9% e +14,6% (+8,5% e +9,5% em fevereiro de 2017, pela mesma ordem). Excluindo os combustíveis e lubrificantes, as exportações cresceram 21,1% e as importações aumentaram 14,6% (respetivamente +5,0% e +4,6% em fevereiro de 2017). “A aceleração das exportações e das importações refletiu em parte efeitos de calendário”, refere o INE.

O défice da balança comercial de bens situou-se em 821 milhões de euros em março de 2017, o que representa uma diminuição de 241 milhões de euros face ao mês homólogo de 2016. Excluindo os combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 602 milhões de euros, correspondente a uma redução de 154 milhões de euros em relação ao mesmo mês de 2016.

Em Fevereiro de 2017 houve também menos um dia útil que no mesmo mês do ano anterior, enquanto em Março houve um dia útil adicional em relação ao mês homólogo de 2016. No aglomerado do primeiro trimestre de 2017, as exportações e as importações de bens aumentaram respetivamente 17,1 e 15,3% face ao período homólogo.

Fonte: Jornal de Negócios (via Confagri).

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