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  • Lançados quatro avisos para projetos de investigação, desenvolvimento e inovação na agricultura

    Com uma dotação de 4 milhões de euros, cada um, e financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), os Avisos, agora lançados, dão resposta às Iniciativas Emblemáticas «Alimentação Sustentável»; «Uma só Saúde», «Excelência da Organização da Produção» e «Promoção dos produtos agroalimentares portugueses» da Agenda de Inovação para a Agricultura 20 | 30 «Terra Futura». O primeiro Aviso pretende estimular a produção nacional, a adoção de sistemas de produção e distribuição mais sustentáveis e as cadeias curtas de abastecimento. Pretende, igualmente, valorizar os produtos de qualidade e a dieta mediterrânica, bem como sensibilizar os consumidores para a adoção de uma alimentação nutricionalmente equilibrada e para o consumo de produtos de época e de carne de pequenos ruminantes autóctones. Já o segundo Aviso tem como objetivo estimular sinergias intersectoriais e harmonizar abordagens e metodologias que permitam avaliar, prever e prevenir eventuais riscos de origem animal, alimentar, resistência aos antimicrobianos e outras ameaças emergentes, de modo a ser possível uma melhor gestão destes casos. Também é objetivo deste Aviso formar e sensibilizar os atores setoriais e a sociedade civil para a implementação transversal do conceito de «uma só saúde». O terceiro Aviso tem o intuito de contribuir para uma melhor coordenação e organização da produção, apoiando o ganho de escala, a valorização dos produtos agroalimentares nacionais e o aumento do rendimento dos produtores, através de atividades de Investigação e Inovação. Por fim, o último Aviso pretende estimular a inovação dos produtos agroalimentares portugueses, atendendo às novas tendências de consumo, com o objetivo de aumentar a notoriedade e a reputação dos produtos agroalimentares nacionais. A Ministra da Agricultura referiu que «todas estas medidas, que materializam a Agenda de Inovação ‘Terra Futura’, vêm juntar-se a quatro concursos que já tínhamos lançado no âmbito do PRR, com uma dotação total de 16 M€, nas temáticas "Mitigação das alterações climáticas", "Adaptação às alterações climáticas", "Territórios Vulneráveis" e "Agricultura 4.0". Os dois primeiros Avisos já fecharam e tiveram uma excelente adesão, o que nos deixa particularmente satisfeitos. Tanto os Avisos lançados hoje, como os quatro anteriores, têm em comum o facto de financiarem projetos de Investigação, Desenvolvimento e Inovação e de refletirem investimentos que ajudam Portugal a recuperar da crise pandémica, beneficiando o setor agrícola e contribuindo para o crescimento sustentável do país». Refira-se que a Agenda de Inovação está contemplada no Plano de Recuperação e Resiliência e, para a sua implementação, estão destinados 93M€. Dentro deste valor, 45M€ destinam-se à dinamização de projetos de investigação e inovação, estando incluídos os oito Avisos referidos. A apresentação das candidaturas a estes quatro Avisos pode já ser feita através do seguinte link: candidaturas, até ao dia 29 de abril de 2022, 30 de setembro de 2022, 16 de maio de 2022 e 30 de setembro de 2022, respetivamente. Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Feira Nacional de Agricultura - 4 e 12 de junho

    A Feira Nacional de Agricultura / Feira do Ribatejo está de volta e vai realizar-se entre os dias 4 e 12 de junho de 2022, no Centro Nacional de Exposições, em Santarém. Ultrapassando as dificuldades derivadas da pandemia de Covid 19 e pensando sempre em quem vive esta aventura connosco, queremos olhar adiante e organizar uma edição de grande impacto e projeção que celebre a agricultura em Portugal do ponto de vista do progresso e da inovação. O tema incidirá na “Inovação e Tecnologia”, revelando um setor dinâmico, moderno e em constante evolução. Nunca perdendo de vista a herança do passado, é tempo de sentir o ponto de viragem de um presente onde se constrói a ponte para o futuro. O evento contará com grande cobertura mediática, sendo o local indicado para o debate das principais questões agrícolas e para o incremento de contactos e negócios. Informação divulgar no Guia da Cidade

  • Assinado protocolo - constituição do Centro de Competências da Agricultura Familiar e Agroecologia

    A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, homologou o protocolo para a constituição do Centro de Competências para a Agricultura Familiar e Agroecologia (CeCAFA), constituído por organizações de agricultores/as, organizações de desenvolvimento local, entidades do sistema científico nacional e da administração pública e organizações da sociedade civil que trabalham a área da Agricultura Familiar e da Agroecologia (AMARP, AJAP, ACTUAR, ANIMAR, CNA, DGADR, FMT, BALADI, INIAV, ESAC, ESAV, ISA e UTAD). De âmbito nacional, o CeCAFA pretende ser um espaço de partilha de conhecimentos e de congregação dos recursos e das competências existentes nas várias entidades que o compõem, de forma a reforçar a investigação, a difusão do conhecimento, a promoção da inovação e a qualificação dos produtores na valorização da agricultura familiar. Maria do Céu Antunes lembrou que «em Portugal, a população agrícola familiar representa 6% da população residente e o trabalho familiar contribui para mais de 2/3 do trabalho agrícola». Reforçou, ainda, que a «agricultura familiar promove a diversificação da atividade agrícola, o combate à pobreza e ao despovoamento dos territórios mais fragilizados, para além de contribuir para garantir a segurança alimentar, a sustentabilidade de sistemas agrários, a conservação de variedades regionais e de raças autóctones, a criação de territórios mais resilientes e uma maior coesão territorial». Neste sentido, a governante sublinhou que «este Centro de Competências vai ao encontro daquele que tem sido, desde sempre, o objetivo do Ministério da Agricultura: criar condições para que a agricultura familiar e a pequena agricultura conservem e valorizem os recursos endógenos dos territórios». O Centro de Competências para a Agricultura Familiar e Agroecologia contempla os seguintes objetivos: - Contribuir para uma transição justa e inclusiva dos agricultores/as familiares no quadro do Pacto Ecológico Europeu, rumo a um Sistema Alimentar justo, saudável e respeitador do ambiente; - Apoiar a transição climática e energética, melhorando a eficiência energética e o uso de energias renováveis, a economia circular e a autonomia das explorações, a adaptação/mitigação às alterações climáticas e a gestão eficiente de recursos naturais, como a água, o solo, o ar e a biodiversidade; - Criar dinâmicas que contribuam para a valorização profissional, remuneratória, económica e social dos agricultores/as, para a renovação geracional e para o reforço do papel da mulher rural e da igualdade de género no setor agrícola; - Contribuir para o reconhecimento e promoção dos saberes tradicionais agroecológicos, a partir de um diálogo entre diferentes entidades, saberes e conhecimentos; - Promover a afirmação do modelo agroecológico em Portugal, do ponto de vista ambiental, económico e social e, assim, contribuir para a promoção de sistemas alimentares sustentáveis e para o equilíbrio dos ecossistemas agrários. O CeCAFA enquadra-se, igualmente, nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas e do Pacto Ecológico Europeu, assim como na Agenda de Inovação para a Agricultura 20|30 - «Terra Futura» - em especial nas iniciativas emblemáticas dos «Territórios Sustentáveis», «Revitalização das zonas rurais» e «Promoção da investigação, inovação e capacitação». Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Ministério da Agricultura acompanha efeitos de fenómeno climatérico extremo em Salvaterra de Magos

    O Ministério da Agricultura, através da Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa a Vale do Tejo (DRAPLVT), tem acompanhado de perto os efeitos do que genericamente se pode classificar como um fenómeno climatérico extremo, registado no dia 24 de dezembro, no concelho de Salvaterra de Magos (freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra). Em visita ao local, efetuada por técnicos da DRAPLVT, a 25 de dezembro, constataram-se prejuízos numa estufa de hidroponia, com 800 m2 , no valor total de investimento próximo de 20.000 euros, com perda de 90% das culturas aí instaladas (nabiça, alface). Até ao momento, apenas se verificaram danos agrícolas numa empresa, sendo que nenhum agricultor declarou formalmente prejuízos no site da DRAPLVT, disponibilizado para o efeito. Desde o dia 25/12 que a DRAPLVT está em contacto com o empresário atingido. No sentido de apurar eventuais prejuízos nos agentes e operadores do setor e para que tal ocorra o mais rapidamente possível, a DRAPLVT realiza o levantamento dos prejuízos de natureza agrícola, disponibilizando, para download, a “ficha de levantamento de prejuízos na agricultura”, a qual pode ser preenchida e enviada por correio eletrónico para info@draplvt.gov.pt, sendo esta depois sujeita à apreciação dos serviços da Direção Regional. Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Estudo “Regadio 20|30” em consulta pública até 14 de janeiro

    Já está disponível, para consulta pública, o Estudo “Regadio 20|30 – Levantamento do Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Pública no Horizonte de uma Década”. Todos os contributos deverão ser remetidos para pnregadio2030@ma.gov.pt, até ao próximo dia 14 de janeiro. Estudo publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Investimento na Exploração Agrícola até 50% de comparticipação. Saiba como.

    Já pensou em investir em tecnologia e melhorar a performance da sua exploração agrícola? Agora já o pode fazer e com comparticipação de até 50%. Insira os seus dados aqui e em breve será contactado pela equipa especializada.

  • Rendimento da atividade agrícola deverá aumentar 11,1% em 2021

    De acordo com a primeira estimativa das Contas Económicas da Agricultura para 2021, publicada pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), «o rendimento da atividade agrícola, em termos reais, por unidade de trabalho, deverá registar um aumento de 11,1%, em consequência dos acréscimos previstos para o Valor Acrescentado Bruto (VAB) (+9,0%) e para os outros subsídios à produção (+9,7)». O crescimento do VAB (+11,2%, em termos reais) deveu-se à evolução positiva da produção agrícola, em particular da vegetal (+16,5%), em volume e em preço (10,1% e 5,8%, respetivamente), para a qual foram determinantes as evoluções positivas observadas nos vegetais e produtos hortícolas e nos frutos. Esta evolução positiva do VAB verificou-se mesmo perante um aumento do consumo intermédio (+12,4%), na sequência de acréscimos em volume (+3,8%) e, sobretudo, em preço (+8,3%) - aumento na energia (+15,4%), nos adubos e corretivos do solo (+31,0%) e nos alimentos para animais (+16,1%). A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, afirmou que «as previsões agora apresentadas pelo INE vêm reforçar, uma vez mais, a resiliência do setor agroalimentar. Bem sabemos que a pandemia colocou vários desafios ao setor e foi exatamente para garantir previsibilidade aos produtores nacionais que o Ministério da Agricultura lhes disponibilizou todos os mecanismos de apoio que estavam ao seu alcance. Vamos continuar a apostar num acompanhamento próximo e numa monitorização atenta». Maria do Céu Antunes sublinha, ainda, «o crescimento verificado na produção agrícola, de cerca de 11%, que, mesmo perante os aumentos verificados nos fatores de produção, se traduziu num incremento do valor acrescentado, só possível graças a ganhos de eficiência». «Estes indicadores espelham o trabalho dos agricultores portugueses, que todos reconhecemos e agradecemos. Refletem, ainda, um setor competitivo, que se sabe adaptar às circunstâncias e que está preparado para contribuir para a recuperação do País e alavancar o crescimento», acrescenta. As Contas Económicas agrícolas 2021 também preveem um aumento de 8,5% nos montantes de subsídios pagos em 2021, como consequência de um aumento dos subsídios aos produtos e outros subsídios à produção (+3,9% e +9,7%, respetivamente), essencialmente em resultado do aumento das medidas agroambientais e, também, do prémio à vaca leiteira e arroz. Destaca-se, também, o crescimento de 45,3% do rendimento da atividade agrícola em Portugal, no período 2018-2020, face ao triénio 2005-2007. Um valor ligeiramente superior à média da União Europeia (+43,3%), que coloca Portugal no nono lugar da lista dos países com o crescimento mais elevado. Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Apresentadas conclusões do estudo do potencial do regadio para a próxima década

    Realizou-se em Évora a sessão de apresentação das conclusões do estudo «Regadio 20|30 – Levantamento do Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Pública no Horizonte de uma Década». «Portugal, por ser um país mediterrânico, é mais suscetível aos efeitos das alterações climáticas e bem sabemos que a agricultura é um dos setores mais afetados por esta realidade. Conscientes disso mesmo, e porque o regadio contribui para diminuir a imprevisibilidade associada à atividade, minimizar o risco, assegurar a estabilidade do rendimento e contribuir para o reforço da atratividade das regiões e para o combate ao despovoamento, as conclusões hoje anunciadas vão permitir-nos traçar uma estratégia para a próxima década e sustentar decisões futuras, capazes de garantir a segurança alimentar, a autossuficiência e a competitividade do setor», sublinhou a Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes. Entre as principais conclusões do estudo - que teve como objetivo fazer um levantamento em todo o País das necessidades de investimento e do potencial de desenvolvimento do regadio coletivo eficiente - destacam-se as seguintes: - Verificou-se uma tendência de transformação de regadios tradicionais em novos regadios modernos (com elevado uso de tecnologia, cada vez mais eficientes e associados a uma maior garantia de água). - No diagnóstico efetuado identificaram-se intenções de intervenção, quer no âmbito da modernização e reabilitação de regadios existentes, quer em novos regadios. No total, quantificaram-se cerca de 300 ações, que beneficiarão, aproximadamente, 500.000 ha. - No interior da região Norte, verificou-se uma necessidade de desenvolver novos regadios, permitindo o desenvolvimento da atividade agrícola em regiões vulneráveis e deprimidas demograficamente. - Na região Centro, e tal como na região Norte e pelas mesmas razões, é necessário promover os novos regadios e é urgente promover a reabilitação e modernização dos regadios existentes. - Na região de Lisboa e Vale do Tejo, os regadios privados apresentam uma grande importância socioeconómica e, por este motivo, revela-se importante proceder à sua integração em regadios coletivos. Os regadios públicos mais antigos necessitam de ser intervencionados, no sentido de aumentar a eficiência do uso de recursos hídricos e melhorar a monitorização, automatização e gestão. - Na região do Alentejo, o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) é um caso de sucesso, devendo promover-se a expansão do regadio (quando possível). Paralelamente, existe um conjunto de perímetros com idade avançada, mas de grande tradição e importância socioeconómica, os quais necessitam de ser intervencionados de forma robusta. - Na região do Algarve, as intervenções a realizar passam, sobretudo, pela integração de regadios privados existentes, abastecidos por origens subterrâneas, em regadios coletivos abastecidos por origens de superfície. Em alguns dos perímetros existentes a solução passará pela reformulação dos seus limites. - Será necessário promover projetos que apresentem uma maior independência energética, utilizando fontes renováveis (centrais fotovoltaicas). - Sempre que possível, os projetos de novos regadios deverão ser de fins múltiplos, uma vez que, deste modo, para além de se reforçar a garantia de abastecimento público e industrial, os planos de água permitirão a produção de energia fotovoltaica, a sua utilização no combate a incêndios florestais e a criação de faixas de renaturalização e de atividades de lazer. Este estudo, que vai estar em consulta pública durante um mês, foi elaborado pela Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), a pedido do Ministério da Agricultura, e teve a colaboração de outros organismos do Ministério, nomeadamente a Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR); o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP); as Direções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP); e a Autoridade de Gestão do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente (AGPDR2020). Contou, igualmente, com a colaboração da Federação Nacional de Regantes (FENAREG), de várias Associações de Beneficiários (AB), de Comunidades Intermunicipais (CIM) e de vários Municípios. Nesta cerimónia, a Ministra da Agricultura anunciou, também, o lançamento do procedimento concursal da empreitada do Circuito Hidráulico de Reguengos, relativo à 1ª fase, para a primeira quinzena de janeiro. O projeto tem um investimento previsto de 67 milhões de euros, está integrado no Programa Nacional de Regadios (PNRegadios), com financiamento BEI/CEB, e vai ser dividido em 2 fases. Esta primeira fase conta com uma dotação de 30 milhões de euros. Foi ainda anunciada a abertura do 3º Anúncio do Programa Nacional de Regadios para a região do Alentejo, com uma dotação de 127 milhões de euros, com o objetivo de dar seguimento aos projetos assumidos para a região do Alqueva. Este anúncio, que será lançado no dia 10 de janeiro de 2022, e fecha o primeiro ciclo do Programa Nacional de Regadios. Já este mês, no dia 20, serão lançados dois Avisos para a «Melhoria da Eficiência dos Regadios Existentes», no âmbito do PDR2020, os quais terão uma dotação global de 70 milhões de euros. Na sua intervenção, Maria do Céu Antunes lembrou que «estamos todos convocados a dar resposta aos desafios da atualidade e da transição climática e o regadio pode contribuir de forma determinante para uma agricultura ainda mais sustentável, ainda mais competitiva e ainda mais inovadora. Foi, aliás, por este motivo que, durante a Presidência Portuguesa, e no âmbito das negociações da Política Agrícola Comum, tudo fizemos para que o regadio eficiente e sustentável continuasse a ter uma taxa máxima de apoio de 100%. E conseguimos. Além disso, o Plano Estratégico da PAC nacional vai promover o regadio sustentável, em complementaridade com o financiamento BEI». Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Agricultura aprova pacote de avisos de 300 milhões de euros

    A Ministra da Agricultura aprovou um conjunto de avisos para serem lançados até ao final do primeiro trimestre de 2022, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Rural (PDR2020), num pacote global cuja dotação é superior a 300 Milhões de euros. O primeiro destes avisos será lançado já esta semana e direciona-se a «Investimentos na Transformação e Comercialização de Produtos Agrícolas». Com uma dotação de 40 milhões de euros, irá abranger todos os setores, com a particularidade de incluir também o setor do vinho e do azeite, o que não acontecia desde 2018. «Não tenho dúvidas de que o Pacote de anúncios agora aprovado será determinante para o setor agrícola. Estamos, finalmente, a entrar num período de recuperação pós-pandemia e estes incentivos farão toda a diferença. São mais de 300 milhões de euros que o PDR vai disponibilizar, os quais permitirão alavancar mais de 600 milhões de euros em investimento no setor agrícola», afirmou a Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes. Ainda durante o mês de novembro, será lançada a operação «Custos de Funcionamento e Animação LEADER», que irá permitir a continuidade do financiamento da atividade dos Grupos de Ação Local (GAL) durante o período de transição. Terá uma dotação de 9,2 M€. Já em dezembro, é lançado o aviso «Investimento na Exploração Agrícola», que se distingue por ser aquele que detém a maior dotação deste pacote: 65M€. Este aviso direciona-se à abertura de medidas de apoio ao investimento na exploração agrícola e abrange todos os setores, sendo que o setor do leite contará com uma dotação específica (5 M€). Segue-se o anúncio para a «Melhoria da Eficiência dos Regadios Existentes», com uma dotação global de 70M€ alocada às seguintes intervenções: 30M€ para o financiamento de obras, com estudos e projetos de execução aprovados no âmbito da Segurança de Barragens de Aproveitamentos Hidroagrícolas, e 40M€ para o financiamento de obras, com estudos e projetos de execução aprovados no âmbito da Reabilitação e Modernização de Aproveitamentos Hidroagrícolas. Já a instalação de Jovens Agricultores, nas vertentes de financiamento do prémio e do incentivo ao investimento, contará com a abertura de dois anúncios, com uma dotação total de 55 M€: 25M€ dirigidos à instalação de Jovens Agricultores em territórios vulneráveis ao perigo de incêndio, delimitados através da Portaria nº 301/2020, de 24 de dezembro; e 30M€ dirigidos à instalação de Jovens Agricultores que se pretendam instalar nos restantes territórios. Também em dezembro, com uma dotação de 5 M€, será lançado um anúncio «Rede Rural Nacional – Observatório da agricultura e dos territórios rurais», que tem como objetivo o financiamento de ações de sensibilização e aconselhamento aos consumidores e à população dos territórios rurais, com o objetivo de promover o Plano Nacional para a Alimentação Equilibrada e Sustentável. Será também lançado o anúncio «Criação de Agrupamentos e organizações de produtores», com o intuito de financiar os Agrupamentos de Produtores Multiprodutos no arranque da sua atividade (1 M€). Por fim, no primeiro trimestre de 2022, serão lançados os seguintes avisos: «Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas», para o financiamento de pequenos investimentos nas explorações agrícolas em territórios vulneráveis ao perigo de incêndio, delimitados através da Portaria nº 301/2020, de 24 de dezembro, ao abrigo do pacote Next Generation (15 M€); «Apoio ao Fornecimento de Serviços do Aconselhamento Agrícola e Florestal», que visa dar continuidade ao financiamento do fornecimento do Serviço de aconselhamento agrícola e florestal (1 M€); «Pequenos Investimentos nas Explorações Agrícolas», para o financiamento da aquisição e instalação de painéis fotovoltaicos nas explorações agrícolas, ao abrigo do pacote Next Generation (10 M€); «Investimento na Exploração Agrícola», nos seguintes domínios de intervenção: - financiamento de investimentos que promovam a agricultura de precisão e inteligente nas explorações agrícolas, ao abrigo do pacote Next Generation (12 M€); - financiamento de investimentos destinados à instalação de zonas de preparação/tratamento de resíduos de produtos fitofarmacêuticos nas explorações agrícolas, ao abrigo do pacote Next Generation (12,5 M€); - financiamento do investimento nas explorações agrícolas em culturas permanentes tradicionais (10 M€); «Melhoria da Eficiência dos Regadios Existentes», para o financiamento da aquisição e instalação de painéis fotovoltaicos nos Aproveitamentos Hidroagrícolas (2,5 M€); «Organizações Interprofissionais», que pretende apoiar as organizações do setor do leite, melhorando a rentabilidade económica da fileira, bem como o acesso dos produtos ao mercado (200 mil€). O PDR2020 em números A execução do PDR2020 permitiu pagar, em 2020, cerca de 515M€, executando a 100% a dotação em Orçamento de Estado que estava prevista para a componente nacional do programa. A 30 de setembro de 2021, o PDR2020 apresentava uma taxa de compromisso de 119% e uma taxa de execução de 79%. Já se considerarmos a reprogramação do programa, realizada para integração das dotações adicionais decorrentes do Regime de Transição (1.131 M€) e do envelope Next Generation (312 M€), as taxas de compromissos e de execução diminuem, em resultado deste aumento de recursos financeiros, apresentando os seguintes valores: 89% de taxa de compromisso e 60% de taxa de execução. Por fim, refira-se que as cerca de 365 mil candidaturas aprovadas no PDR2020 (das quais 9.000 candidaturas "Next Generation" aprovadas) envolvem uma despesa pública de 5,2 mil milhões de euros, sendo que, até 30 de setembro de 2021, foram pagos 3,4 mil milhões de euros de incentivos. Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • “Como alimentar o Planeta” é o tema da 38ª Ovibeja

    "Como Alimentar o Planeta" é o tema central da 38ª Ovibeja que está agendada para a semana de 21 a 25 de Abril de 2022. A ACOS - Associação de Agricultores do Sul – entidade organizadora do evento – tem como meta colocar em diálogo e em discussão o que está em causa quando se fala de agricultura, agricultores, sustentabilidade, soberania alimentar, biodiversidade, Política Agrícola Comum, alterações climáticas, cultura urbana e cultura rural, informação e contrainformação. A entidade organizadora da feira está a trabalhar para que a edição presencial seja uma realidade. Porque, apesar de bem-sucedida em formato digital, e que se pode repetir em alguns colóquios, a Ovibeja é sinónimo de partilha, de celebração dos encontros e da amizade. De festa. É sinónimo de inovação. De oportunidade comercial. Significa reflexão e reivindicação. É feita da presença de todos. Além de muitas outras iniciativas, um dos grandes destaques do evento é o Concurso Internacional de Azeites Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja, realizado pela ACOS em parceria com a Casa do Azeite. Com a 11ª edição já em preparação, este concurso é sempre muito concorrido por produtores dos mais diversos pontos do globo. Tem sido classificado ao longo dos últimos anos como o melhor do mundo, ex-aequo com o Mário Solinas, do Conselho Oleícola Internacional, no ranking do World’s Best Olive Oils. Notícia publicada em ovibeja.pt

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