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  • Mais de 80% dos agricultores aplaude ferramentas digitais para melhorar sector, revela estudo

    Dos inquiridos em Portugal, 94% planeia investir em mais ferramentas digitais nos próximos 12 meses, mas são 84% os que referem a necessidade de receber com urgência apoios financeiros do Estado, de acordo com o estudo da Savanta ComRes. Os agricultores estão a precisar de apoio público com urgência para fazer aumentar o uso de tecnologia, que 82% dos trabalhadores do sector em Portugal consideram ser fundamental para o futuro da agricultura, já que permitirá fazer face às pressões ambientais e económicas existentes. Estas são conclusões do estudo “Agricultores e Digitalização”, encomendado pelo grupo Vodafone à Savanta ComRes. Continue a ler este artigo no Jornal Económico.

  • Agricultores querem mais apoios para a digitalização

    Agricultores portugueses consideram que a digitalização é essencial para a produtividade e sustentabilidade, mas é preciso apoio público urgente. Os agricultores portugueses precisam de apoio público urgente para aumentar o uso de ferramentas digitais e enfrentar as crescentes pressões ambientais e económicas, conclui o estudo “Agricultores e Digitalização”, encomendado pelo Grupo Vodafone à Savanta ComRes. Mais de 600 agricultores de 13 países europeus e africanos, incluindo Portugal, foram questionados sobre as suas atitudes face à digitalização das suas explorações. A pesquisa procurou ainda saber quais os desafios ambientais que enfrentam e as pressões geopolíticas e sociais que afetam as cadeias de fornecimento e os custos crescentes de equipamentos e materiais. As alterações climáticas estão no topo da lista de ameaças identificadas: todos os agricultores inquiridos em Portugal consideram que estas influenciam, de alguma forma, a viabilidade financeira dos seus negócios. Os custos de combustível e energia – impactados pela guerra na Ucrânia -, os baixos preços de venda de colheitas e gado e a falta de apoio do Estado são outros desafios identificados. Continue a ler este artigo na Revista do Empreendedor. Empreendedor O Empreendedor é um projecto de empreendedorismo colaborativo que pretende desenvolver e testar novas formas de cooperação entre indivíduos e organizações ligadas ao empreendedorismo.

  • Pagamentos aos setores Agroflorestal e das Pescas em outubro atingem cerca de 640M€

    O Ministério da Agricultura e da Alimentação, através do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P. (IFAP), procedeu, a 31 de outubro, a pagamentos aos setores agroflorestal e das pescas, num montante total de 639,6 milhões de euros. A este montante, é deduzido o valor antecipado em julho, no âmbito do Apoio Excecional de Crise. No âmbito do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA), é de destacar o Regime de Pagamento Base (com 158,7 milhões de euros), o Regime de apoio à Pequena Agricultura (com 29,6 milhões de euros), o Pagamento Específico ao Arroz (com 4,0 milhões de euros), o Prémio por Ovelha e Cabra (com 27,4 milhões de euros), o Prémio por Vaca em Aleitamento (com 44,9 milhões de euros), o Prémio por Vaca Leiteira (com 10,4 milhões de euros), a Reestruturação e Reconversão de Vinhas – VITIS (com 8,7 milhões de euros) e os Fundos Operacionais - Frutas e Produtos Hortícolas (com 3,9 milhões de euros). Também a salientar, no contexto do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), o pagamento do apoio à Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas (com 126,1 milhões de euros), as Medidas Agroambientais (com 138,9 milhões de euros) e os apoios ao Investimento (com 18,7 milhões de euros). Já no âmbito do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos das Pescas (FEAMP), foram realizados pagamentos num montante de cerca de 3,7 milhões de euros no território do Continente. “O pagamento atempado destas ajudas permite aos produtores ter estabilidade e reforça a confiança dos consumidores em relação à segurança no abastecimento alimentar, contribuindo para minimizar o impacto da crise no setor primário e atenuando a pressão inflacionista sobre os bens alimentares”, sublinha a Ministra da Agricultura e da Alimentação, Maria do Céu Antunes. Fonte - Portal da Agricultura, 04/11/2022

  • Agricultores algarvios vão ser obrigados a regar as alfarrobeiras para garantir a produção

    Para minimizar o impacto das mudanças climáticas, os produtores vão ter de continuar a regar uma cultura que antes se aguentava apenas com a água da chuva. O impacto das alterações climáticas já se sente de várias formas na agricultura. No Algarve, por exemplo, há produtores que durante o inverno terão de regar as alfarrobeiras para assegurar que vagem não se perde. Algo impensável há uns anos numa cultura de sequeiro. Na segunda semana de novembro, o tempo continua quente no barrocal algarvio. A paisagem devia estar verdejante, mas está cheia de mato seco e muita terra descoberta. Assista aqui à reportagem da SIC Notícias "Agricultores algarvios vão ser obrigados a regar as alfarrobeiras para garantir a produção" ou clique na imagem. Reportagem publicada no site da SIC Notícias, 7/11/2022

  • A agroecologia e as vantagens para a agricultura atual - SIC Notícias

    A ideia surgiu da necessidade de preservar o planeta. A COP é a mais importante cimeira do clima que vai ser marcada este ano pela guerra na Ucrânia e pal crise energética, com especialistas muito céticos em relação ao sucesso do evento. Passou mais um ano em que foram visíveis os efeitos das alterações climáticas, que também atingiram Portugal. Há 30 anos que Alfredo Sendim se dedicou em pleno montado alentejano a desenvolver uma nova forma de agricultura. A ideia surgiu da necessidade de preservar o planeta. Devido às alterações climáticas, a alimentação é um dos bens em risco. Assista aqui à reportagem da SIC Notícias "A agroecologia e as vantagens para a agricultura atual" ou clique na imagem. Reportagem publicada no site da SIC Notícias, 6/11/2022

  • Eleição da Árvore do Ano 2023

    As inscrições para o Concurso Nacional Árvore do Ano 2023 estão abertas até às 17 horas de 18 de Novembro. A árvore vencedora irá representar Portugal no Concurso Europeu 2023. A Concurso para Árvore Portuguesa 2023 é organizado pela UNAC – União da Floresta Mediterrânica e aberto à participação de entidades particulares, instituições públicas ou privadas. - A candidatura é formalizada através do preenchimento do formulário de inscrição com a identificação do proponente, da árvore e uma breve descrição da sua história (máximo de 500 caracteres com espaços incluídos), disponível em https://forms.gle/8ttpzykF4ryYFrxx5; - Para cada candidatura é obrigatório o envio de fotografias: - Mínimo de duas fotografias com paisagem e uma tipo retrato; - Boa resolução (mínimo 150 dpi – largura 1920 pixéis x altura 1080 pixéis); - Indicar o nome da árvore e dos autores de cada fotografia; - Envio de pasta zipada, com o nome da árvore candidata, por weTransfer ou programa semelhante, para o email arvoredoano.portugal@gmail.com Numa segunda fase o júri procede à seleção de 10 árvores e, a partir de 28 de Novembro, tem início a votação nacional no portal dedicado ao Concurso. A árvore vencedora será conhecida a 6 de Janeiro e irá representar Portugal no Concurso European Tree of the Year, que decorre durante o primeiro trimestre de 2023 sob a organização da Environmental Partnership Association (EPA). REGULAMENTO em: www.unac.pt CANDIDATURAS em https://forms.gle/8ttpzykF4ryYFrxx5 Fonte: CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal

  • 6 Provérbios Agrícolas para o mês de outubro

    Os provérbios são elementos de sabedoria popular que transmitem conhecimentos comuns sobre a vida do dia-a-dia. Fique a conhecer alguns provérbios relacionados com a agricultura sobre o nosso este mês, novembro. Em Novembro, prova o vinho e semeia o cebolinho. Se em Novembro houver trovão, o ano seguinte serão bão. Cava em Novembro e planta em Janeiro. Novembro pelos Santos, neve nos campos. Em Novembro põe tudo a secar que pode o sol não voltar. Tudo em Novembro guardado; em casa ou arrecadado. Gostou deste nosso conteúdo? Deixe o seu comentário ou partilhe nas suas redes sociais.#root

  • Já amanhã: CAP inicia Ciclo de Conferências «Agricultura Intensiva e Extensiva: Mitos e Realidades»

    No dia 27 de Outubro, pelas 15 horas, terá início a primeira Conferência que abordará o tema: Intensificação Sustentável: Porquê? Como? Com que resultados? A primeira Conferência deste Ciclo promovido pela Confederação será enquadradora das seguintes que terão um caráter setorial e decorrerá entre as 15h e as 17 horas. Esta iniciativa é uma oportunidade para esclarecer e discutir algumas das questões polémicas que marcam a atualidade agrícola e que tantas vezes transmitem uma imagem negativa, seja por ignorância ou de forma intencional. PROGRAMA: - Intensificação, especialização ou automação? José Manuel Lima Santos, Instituto Superior de Agronomia - A perspetiva da análise do Ciclo de Vida na avaliação da sustentabilidade dos sistemas agrícolas. António Brito, Instituto Superior de Agronomia Para participação presencial, na Sede da CAP, inscreva-se aqui. Para participação online, por Zoom, inscreva-se aqui. Fonte:CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal

  • Um mau ou péssimo ano para a castanha? Ainda é uma incógnita

    A campanha está atrasada e pode estender-se até o mês de dezembro. Os ouriços ainda não abriram e são de reduzida dimensão e os produtores culpam as alterações climáticas. A seca e a falta de água fizeram atrasar a produção de castanha – o desenvolvimento do fruto está atrasado e os ouriços tardam em abrir. Os produtores estão apreensivos e falam em grandes quebras de produção. Manuel Santos, produtor da Castanha da Padrela DOP, conta que já deu a volta aos soutos e não levou nada para casa. “Os ouriços ainda não abriram e são tão pequenos que a terem alguma castanha não dão para a exportação”, lamenta o produtor de Valpaços. Por esta altura do ano seria normal ver os soutos cheios de apanhadores, mas como o desenvolvimento do fruto está atrasado, são poucos os que se encontram. E este atraso no entender de Maria Silva pode refletir-se no rendimento dos agricultores. “É com isto que contamos para aguentar o ano. Se não colhemos não vendemos e, se não vendemos o dinheiro pode faltar na carteira”, diz. Continue a ler este artigo na Rádio Renascença.

  • Fronteiras XXI traça retrato da agricultura

    Nos últimos 30 anos, Portugal reduziu em mais de metade o número de explorações agrícolas, mas aumentou a área destinada a culturas permanentes como os frutos secos e as frutas e legumes. Num cenário de guerra e inflação, o sector tem enfrentado muitas dificuldades e os desafios vão desde a sustentabilidade à segurança alimentar. O assunto vai estar esta quarta-feira em debate no programa Fronteiras XXI. Veja aqui reportagem da RTP. Ou clique na imagem. Reportagem publicada no site da RTP.

  • Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável 2022-2030

    A Direção-Geral da Saúde (DGS) iniciou o processo de consulta pública do novo Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (2022-2030). Neste documento apresentam-se as novas linhas de orientação estratégica deste programa de saúde prioritário, que foram desenvolvidas no contexto do novo Plano Nacional de Saúde 2021-2030 e que se enquadram num dos marcos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários. Formas Participação. O artigo foi publicado originalmente em Rede Rural Nacional. #Aroot

  • CAP retoma acções de promoção de vinho na Ásia

    Ao fim de dois anos de paragem forçada, a CAP e um grupo de 12 produtores de vinho, partiram no sábado rumo à Índia, Singapura e Vietname para promoção dos seus vinhos em mercados de países terceiros. No âmbito do programa de apoio à promoção de vinhos em mercados de países terceiros, a CAP retoma em 2022 as acções de promoção junto dos mercados asiáticos, para onde partiu no dia 15 de Outubro, na companhia de 12 empresas portuguesas. A primeira paragem será na Feira Prowine Mumbai, India, onde Portugal se apresenta com a maior representação em eventos de vinhos neste país. Segue-se Singapura onde os produtores portugueses pretendem retomar o trabalho iniciado em 2019, tendo preparado provas, jantar e uma masterclass. A última paragem será no Vietname, onde Portugal regressa, e se espera que os produtores nacionais continuem a conquistar mercado. Iniciativas como estas assumem uma enorme importância no contexto actual e pretendem ser uma alavanca às exportações nacionais de vinho. Portugal necessita de continuar a procurar novos mercados para negociar e também de encontrar alternativas a mercados como a Rússia e a Ucrânia que já assumiam posições importantes no ranking de exportações. Nesta viagem pela Ásia estão presentes as seguintes empresas: Adega da Vermelha Adega de Monção Adega Ponte da Barca Quinta da Raza Campelo Casa Relvas Casa Santos Lima Falua João Portugal Ramos Manuel Costa &Filhos Quinta das Arcas Santos&Seixo Fonte: CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal

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