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  • Pagamentos ao setor agroflorestal em novembro somam cerca de 47 milhões de euros

    No final do novembro de 2021, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P. (IFAP) procedeu a pagamentos ao setor agroflorestal no montante total de cerca de 47 milhões de euros. Destaca-se o pagamento de mais de 7,8 milhões de euros no âmbito do Fundo Europeu Agrícola de Garantia (FEAGA), onde se incluem 5,4 milhões de euros para o Regime de Pagamento Base e 2,4 milhões de euros para o Novo regime da Vinha. Já no âmbito do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), foram realizados pagamentos no montante de 38,9 milhões de euros, relativos à execução do PDR2020, distribuídos em 18 milhões de euros para Investimento, 14,4 milhões de euros para Medidas Agroambientais e 6,5 milhões de euros em prémios associados à Florestação de Terras Agrícolas. “Estes apoios revestem-se de uma importância vital para o setor, uma vez que garantem uma maior previsibilidade aos agricultores e produtores, o que, por sua vez, contribui para o bom desempenho do complexo agroalimentar”, reforça a Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes. Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • "Depois do menino nascer, é tudo a crescer": tarefas na agricultura em dezembro

    Dezembro é um dos meses mais frios do ano. Assim sendo, os cultivos necessitam de cuidados especiais devido às baixas temperaturas. "Depois do menino nascer, é tudo a crescer" - provérbio popular. Tarefas: Proteger as culturas mais sensíveis contra as geadas, com abrigos plásticos; Arrotear terras e mato para as sementeiras da primavera; Proceder à abertura de valas e regos para evitar a estagnação da água das chuvas; No Crescente, continuar a abrir covas e a estrumar. O que plantar: Aipo; Alho; Beterraba e Couves; Em sítios abrigados pode-se ainda semear Agriões; Espinafres; Alfaces; Favas e Ervilhas. Plantar ainda Macieiras e Pereiras. Fonte: Borda d'Água 2021

  • 13.ªs Jornadas Técnicas de Horticultura – 4 de dezembro – Póvoa do Varzim

    A Horpozim promove no próximo dia 4 de dezembro de 2021 as 13.ªs Jornadas Técnicas de Horticultura na Cooperativa Agrícola Leiteira do Concelho da Póvoa de Varzim em Amorim. O evento contará também com transmissão ao vivo na página de facebook em: https://www.facebook.com/horpozim. Consulte o programa aqui > 13.ªs Jornadas Técnicas de Horticultura

  • Subida do combustível pesa na agricultura de subsistência

    A subida dos combustíveis está a trazer um impacto brutal na agricultura e, sobretudo, nos pequenos agricultores, que falam em despesa maior que lucro. De facto, a subida dos combustíveis trouxe também o aumento em muitas matérias-primas e o rendimento da apanha da azeitona, por exemplo, está a baixo dos custos de produção. > CLIQUE E ASSISTA AQUI À RESPORTAGEM: Subida do combustível pesa na agricultura de subsistência < Fonte: Reportagem SIC Notícias.

  • CAP reforça oferta de Formação E-Learning

    Através da plataforma Moodle EformCAP é possível realizar formação online com a CAP a partir de janeiro de 2022. A Confederação dos Agricultores de Portugal responde aos desafios da mudança apostando na Formação E-Learning. Na continuidade da aposta na formação à distância dirigida a jovens agricultores, agricultores, trabalhadores agrícolas e a interessados no sector agrícola, o Departamento de Formação Profissional de Lisboa da CAP reforça a aposta nos cursos de: Marketing Digital; Cultura de Hortícolas em Hidroponia; Agricultura Sustentável, apresentando uma agenda deste portefólio a partir de janeiro de 2022 através da plataforma Moodle EformCAP. Os cursos são totalmente online e integram sessões conduzidas pelo formador em tempo real e sessões que permitem a realização de um conjunto de atividades a executar de acordo com o tempo e ritmo de cada participante, através de uma tutoria ativa. Informações aqui para Formação E-Learning da Confederação dos Agricultores de Portugal Para mais esclarecimentos, envia as suas questões para o E-mail: eformcap@cap.pt Conteúdo publicado em CAP.

  • Importância da AgriTech em pequenas e médias explorações agrícolas

    Na indústria agrária, a AgriTec está geralmente associada a empresas agrícolas de grandes dimensões. Mas as novas tecnologias no mundo da agricultura estão também a transformar explorações de pequena e média dimensão, cujo impacto vale a pena notar. Apesar das pequenas explorações não precisarem de robôs ou drones pulverizadores, existem vários tipos de tecnologia agrícola que estão a contribuir para a sua maior produtividade e eficiência. A tecnologia agrícola é especialmente importante para pequenos e médios produtores porque lhes permite poupar tempo, dinheiro e aumentar as colheitas, tudo isto sem a necessidade de fazer investimentos financeiros substanciais. Fonte: https://www.agdaily.com Melhorar a viabilidade de mercado Em 2019, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou prémios para projetos de investigação que se dedicassem a explorar novas tecnologias que aumentassem a viabilidade de pequenas e médias operações agrícolas. Alguns dos projetos focaram-se em questões relacionadas com a competição e o acesso ao mercado, enquanto outras concentraram-se em melhorar as tecnologias operacionais, tais como análise de dados para culturas específicas. Os investimentos feitos pela USDA para investigar como a tecnologia pode tornar pequenas entidades agrícolas mais inovadoras demonstra o importante papel destas explorações e da tecnologia na sua evolução. Agricultores por todo o país, especialmente pequenos negócios agrícolas, estão sempre à procura da próxima forma de inovarem as suas operações agrícolas, por vezes fazendo alterações a cada ciclo de produção. O plantio direto, a gestão integrada de pragas e avanços na tecnologia agrícola são apenas algumas das formas como os agricultores procuram maiores colheitas e baixos custos de produção. Veja também: Dicas para sistemas de rega eficientes Uso de técnicas sustentáveis Nos Estados Unidos, as explorações agrícolas têm em média 178 hectares, um número que tem crescido de forma estável nas últimas décadas à medida que grandes empresas vão comprando outras mais pequenas. Contudo, uma nova geração de agricultores, maioritariamente com menos de 35 anos, estão a entrar na esfera da agricultura com um novo olhar. Em geral, pequenas e médias explorações agrícolas no Estados Unidos estão a ser atraídas por métodos de produção alternativos, incorporando práticas orgânicas e sustentáveis para cultivar, sem recurso a químicos sintéticos ou produtos de origem animal. Muitos destes agricultores estão a utilizar uma combinação de técnicas antigas e recentes, algumas dependentes de mão-de-obra humana em prol da mecanização, e estão simultaneamente capacitados a usar redes sociais e web design. Esta geração tem um papel chave na próxima revolução agrícola, trabalhando com novas tecnologias ao mesmo tempo que defende práticas sustentáveis. Um grande impacto para pequenas explorações Para pequenos e médios produtores agrícolas, explorações até 40 hectares, a tecnologia agrícola é mais relevante do que se pensava. Apesar da AgriTech ter sido essencial para operações agrícolas industriais, existem benefícios comprovados da AgriTech em empresas de menores dimensões. A tecnologia agrícola tem a capacidade de analisar o resultado das colheitas para prevenir a perda de culturas, monitorizar a irrigação para poupar água e integrar várias plataformas operacionais para que os agricultores dispensam menos tempo à procura de dados. A tecnologia na agricultura é importante para pequenos e médios produtores uma vez que em operações desta dimensão requer-se eficiência máxima para responder à procura e assegurar a competitividade e segurança financeira. Artigo escrito por Emily Folk.

  • Ministra da Agricultura assina protocolo para constituição do Centro de Competências do pastoreio

    A Ministra da Agricultura homologou o protocolo para a constituição do Centro de Competências do Pastoreio Extensivo (CCPE), que irá reunir agentes económicos do setor, entidades do sistema científico nacional e administração pública. De âmbito nacional, o CCPE tem como missão ser um espaço de partilha de conhecimentos e de congregação dos recursos e competências existentes nas várias entidades, de forma a reforçar a investigação, a difusão do conhecimento, a promoção da inovação, a qualificação dos produtores e a valorização do setor pecuário assente no pastoreio extensivo. «A criação deste Centro assume uma pertinência particular, porquanto os prados e as pastagens permanentes em Portugal ocupam cerca de 2 milhões de hectares, o que corresponde a 52% das terras agrícolas utilizadas. Além disso, o pastoreio extensivo é fundamental para a gestão ativa deste território, uma vez que contribui para a redução do risco de incêndios nos territórios mais vulneráveis, o incremento do teor de matéria orgânica do solo, a preservação e promoção da biodiversidade e a manutenção de paisagens abertas e de habitats naturais. Mas não só. Revela ainda ser fundamental para a produção de produtos diferenciados de alta qualidade e para a criação de rendimentos e de emprego», explica a Ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes. O Centro de Competências do Pastoreio Extensivo dá cumprimento à Agenda «Terra Futura», na componente de promoção da investigação e inovação, através do envolvimento dos vários agentes económicos e das instituições relacionadas com a pecuária extensiva. Desenvolve, igualmente, várias das iniciativas emblemáticas (IE) da Agenda, como por exemplo a sensibilização dos consumidores e da população em geral para o consumo de produtos de época e de carne de pequenos ruminantes autóctones (na IE «Alimentação sustentável»); o incentivo à implementação de sistemas, culturas e práticas agrícolas que promovam o teor de matéria orgânica no solo (sequestro de carbono), incluindo o aumento da área das pastagens permanentes melhoradas (na IE «Mitigação das alterações climáticas»); a promoção do pastoreio extensivo com raças autóctones (na IE «Adaptação às alterações climáticas»); a promoção da utilização dos recursos genéticos endógenos animais e vegetais, da biodiversidade e da silvo pastorícia; e a valorização dos serviços ecológicos (na IE «Territórios sustentáveis»). Nota de imprensa disponível em: Ministra da Agricultura assina protocolo para constituição de do Centro de Competências do pastoreio Comunicado publicado em Portugal República Portuguesa: XXII Governo

  • Portugal 2030 em consulta pública

    Decorre até ao fim do mês de novembro a consulta pública do Acordo de Parceria – Portugal 2030 que definirá as opções nacionais para os fundos comunitários no período 2021-2027. Desde 15 de Novembro que está disponível para consulta pública o Acordo de Parceria, também designado por Portugal 2030, que tem como objetivo definir a forma como Portugal vai utilizar os Fundos Europeus nos próximos anos (2021-2027), e será a base do acordo estabelecido entre o Governo português e a Comissão Europeia. São cerca de 23 mil milhões de euros distribuídos por cinco Fundos, a que acrescem a outros instrumentos, entre os quais se destaca o Plano de Recuperação e Resiliência. Os cinco Fundos são os seguintes: FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional); FSE+ (Fundo Social Europeu +); Fundo de Coesão; Fundo de Transição Justa (FTJ); FEAMPA (Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura). O Acordo de Parceria – Portugal 2030 é assim o documento que define as grandes opções programáticas dos fundos mencionados e que estão na base da definição subsequente do conjunto de Programas Operacionais Temáticos e Programas Regionais. A CAP salienta o facto de o FEADER (Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural) não integrar formalmente o Acordo de Parceria no período 2021-2027, ao contrário do que acontecia no atual período de programação (2014-2020). Para a CAP esta circunstância não pode invalidar que se reflita, de forma articulada, a aplicação dos diversos fundos ao conjunto dos setores de atividade e território, incluindo ainda o PRR e o REACT. Recorda-se que, neste contexto, têm existido tradicionalmente áreas de fronteira e de complementaridade importantes para o setor agrícola tais como formação, internacionalização, inovação, agro-indústria, recursos hídricos, floresta e abordagem Leader que são contempladas na aplicação do FSE, FEDER e Fundo de Coesão. O esquema seguinte dá uma perspetiva dos montantes dos fundos que estão em causa no Acordo de Parceria – Portugal 2030: Milhões de euros (preços correntes) O Acordo de Parceria PT2030 tem como enquadramento nacional a Estratégia Portugal 2030, aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros nº98/2020. A Consulta Pública decorre no portal: www.consultalex.gov.pt Notícia publicada em CAP.

  • 43. ª Reunião de outono da SPPF

    No dia 18 de novembro a Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens (SPPF), com o apoio da Câmara Municipal de Mértola, organizará a 43.ª Reunião de outono da SPPF em Mértola, subordinada ao tema “Pastoreio extensivo: uma atividade sustentável e uma ferramenta no combate às alterações climáticas” . Os interessados em participar devem proceder à sua inscrição através da seguinte ligação aqui: Inscrição para 43.ª Reunião de Outono da SPPF. Programa 9:30 Receção dos participantes; 10:00 Sessão de abertura; 10:30 “Centro de competência do Pastoreio Extensivo - uma parceria pelo futuro dos territórios rurais.” (Maria Bastidas – Centro de Competências do Pastoreio Extensivo); 10:50 Intervalo para café; 11:10 “Pagamentos agro-ambientais por resultados para o Montado: objetivos e perspetivas.” (Teresa Pinto Correia - Universidade de Évora/MED); 11:30 “Projeto LIFE-Maronesa: o retorno dos gados à montanha.” (Carlos Aguiar – IPBragança - CIMO); 11:50 “BPA.Eco | Boas Práticas Agrícolas para os Serviços dos Ecossistemas – estruturas de foco ecológico e seus impactos.” (Manuel Patanita – IPBeja); 12:10 Debate 13:00 Intervalo para almoço; 14:15-17:00 Visita técnica à “Sociedade Agrícola Vargas Madeira, Lda.” – Monte “Corte de Gafo de Cima” - Mértola. Contacto teresacarita@sppf.pt Press de Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens Sobre A Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens foi criada em 1979 e tem por objetivos: intensificar o desenvolvimento e difusão da ciência e das técnicas de produção e utilização das pastagens e forragens para o progresso da agricultura e benefício público; apoiar e estimular, entre investigadores, técnicos e agricultores, iniciativas tendentes à divulgação e intercâmbio de informação de carácter científico e técnico dentro de um contexto de entreajuda e aperfeiçoamento no domínio das pastagens e forragens.

  • Inscrições para Árvore do Ano 2022

    Até 16 de novembro decorre o período para inscrição das árvores candidatas ao Concurso Árvore do Ano 2022, uma iniciativa da UNAC. Num momento em que o papel das florestas é de particular importância no combate às alterações climáticas, o concurso da Árvore do Ano pretende mais uma vez celebrar a história de uma árvore especial que pode ser escolhida por si. As árvores são responsáveis pela produção de matérias primas indispensáveis à nossa vivência, como a madeira, a cortiça, o pinhão ou a bolota, suportando outras espécies de animais e plantas, garantindo ainda um conjunto de serviços de ecossistema relevantes para a Sociedade – sequestro de carbono, biodiversidade, conservação do solo e da água, paisagem e cultura. É precisamente sobre estes valores que incide o concurso. Conhece uma árvore especial? Conhece a sua história? Esta é uma forma de a perpetuar no tempo para as próximas gerações, salientando quer o papel da árvore numa comunidade rural, ou a sua imponência esquecida no meio da floresta ou até numa praceta em ambiente urbano. Uma árvore é uma árvore, sem segregar espécies ou produções, porque todas, sem exceção, têm contribuído e podem contribuir de forma decisiva para o desempenho ambiental futuro. Concorra! Consulte os documentos: Regulamento ; Apresentação do concurso; Formulário de inscrição Press Release publicado na UNAC - União da Floresta Mediterrânica A UNAC – União da Floresta Mediterrânica representa os interesses dos produtores florestais do espaço mediterrânico português junto das instituições nacionais e europeias. Acompanha e analisa todos os processos e iniciativas com relevância e interesse para os seus associados, como é o caso das políticas rurais, florestais, ambientais e fiscais. Através da UNAC, as organizações de produtores florestais do espaço mediterrânico definem posições comuns sobre temas estratégicos e transversais, desenvolvendo contributos e participações válidas, construtivas e tecnicamente fundamentadas. Tem uma área territorial de influência de dois milhões de hectares. www.unac.pt

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