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  • Protocolo entre Portugal e Marrocos autoriza 400 trabalhadores para agricultura

    A CAP foi uma das entidades envolvidas hoje na assinatura com o Reino de Marrocos do memorando de entendimento relativo a um projeto-piloto para recrutamento de cerca de 400 trabalhadores marroquinos para a agricultura em Portugal, para as campanhas de 2023. O memorando é estabelecido entre a ANAPEC (Agência Nacional de Promoção do Emprego e de Competência, serviço público de emprego do Reino de Marrocos), o IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, e a Confederação dos Agricultores de Portugal. “É com muita satisfação que a CAP assina este protocolo de cooperação bilateral entre Portugal e Marrocos, que institui um projeto-piloto que prevê a vinda de 400 trabalhadores daquele país para o setor agrícola” declarou Luís Mira, secretário-geral da Confederação. “Como é sabido, a agricultura enfrenta enormes constrangimentos de mão de obra que afetam de forma transversal o setor. Este é um primeiro passo no bom sentido e a CAP espera sinceramente que este projeto-piloto possa ser um sucesso, porque permitirá abrir a porta a soluções mais duradouras e estáveis de mobilidade laboral de que a agricultura precisa. Soluções essas que permitirão, também, regular adequadamente as situações de trabalho dos migrantes”, reforçou o dirigente da CAP que fez questão de destacar o mérito do IEFP neste processo. Graças ao envolvimento do Instituto de Emprego e Formação Profissional que desempenha um papel ativo de ajuda às empresas “está, não só, a agilizar-se processos que muitas vezes são burocráticos e demorados, como a obtenção de vistos de trabalho, por exemplo, mas também a dar-se um sinal de que estes trabalhadores têm de ser tratados com respeito e dignidade. Portugal pode e deve ser um exemplo na forma como trata os trabalhadores migrantes que recebe e este protocolo vai, justamente, nesse bom sentido”. Presentes para a assinatura do memorando estiveram Domingos Lopes, Presidente do Conselho Diretivo do IEFP; Noureddine Benkhalil, Diretor Geral interino da ANAPEC, e Luís Mira, Secretário Geral da CAP. Fonte: Comunicado da CAP, 28/09/2022

  • CAP condena afirmações falsas e caluniosas do secretário-geral do Conselho Nacional da Água

    CAP reage em Comunicado às afirmações de Poças Martins que desprestigiam Conselho Nacional da Água pela demonstração de desconhecimento da realidade e pelas acusações difamatórias aos agricultores. No último sábado, 24 de setembro, vários órgãos de comunicação social replicaram uma entrevista concedida pelo Secretário-geral do Conselho Nacional da Água à Agência Lusa, na qual Joaquim Poças Martins tece um conjunto de afirmações falsas e acusações graves que merecem resposta e repúdio. Nessa entrevista, o referido responsável alertou que a “água de graça” e subsídios dados aos agricultores “são perversos” e que é preciso “uma mudança de paradigma” na agricultura portuguesa. Nas palavras de Poças Martins, “a rega em Portugal não é feita de forma parcimoniosa pelos agricultores porque não se fazem contas: Em Portugal praticamente não se paga pela água para a Agricultura e não se mede a água e por aquilo que não se mede nem se paga, não se poupa”. Afirmações como “a generalidade dos agricultores como tem a água barata e como estão, permanentemente, habituados a muitos subsídios, não são eficientes (…), os subsídios são perversos” ou que “a maior ajuda em Portugal aos agricultores, mas que talvez não seja ajuda, é dar água de graça, porque a água de graça é perversa, não estimula o desenvolvimento, não estimula a poupança, não estimula a eficiência”. Nenhuma destas afirmações é verdadeira. Tratam-se de acusações gratuitas, enganadoras, ilusórias e insultuosas, cuja conjugação e mistura apenas confunde as pessoas e adia o problema de proporções gigantescas que Portugal tem entre mãos. São afirmações caluniosas, irresponsáveis, que desprezam os agricultores e o esforço do seu trabalho na produção de alimentos e na viabilização dos seus investimentos, revelando um profundo desconhecimento do sector, o que é muito grave atendendo ao cargo que exerce. O Conselho Nacional da Água é o órgão independente de consulta do Governo português no domínio do planeamento e da gestão sustentável da água. Neste Conselho têm assento mais de 50 pessoas, entre representantes da Administração Pública Central, regional e local; da academia, de organizações científicas, económicas, profissionais e não governamentais mais representativas nos usos da água; e de personalidades de reconhecido mérito no domínio dos recursos hídricos. A temática da água, do seu bom uso e utilização como recurso, é um assunto levado muito a sério pelos agricultores e demasiado importante para se subordinar a declarações falsas e difamatórias de um único responsável, que para expressar a sua visão deturpada do sector agrícola, faz uma utilização abusiva do cargo institucional que ocupa. Eduardo Oliveira e Sousa, como representante da CAP no Conselho Nacional da Água, irá intervir na próxima reunião deste órgão, que terá lugar no próximo dia 3 de Outubro, presidida pelo Ministro do Ambiente, onde apresentará uma declaração de protesto quanto ao conteúdo das afirmações proferidas, inadmissíveis num cargo de representação institucional. Fonte - CAP - Confederação dos Agricultores de Portugal

  • AGROGLOBAL já tem data marcada: dias 5, 6 e 7 de setembro de 2023

    A próxima edição da AGROGLOBAL já tem data marcada: dias 5, 6 e 7 de Setembro de 2023. "Estaremos num novo espaço, mas totalmente comprometidos em mantermos o modelo da feira e sermos cada vez mais - AGROGLOBAL!", afirmam. O novo ponto de encontro será no CNEMA, em Santarém. O evento conta com a presença de todas as empresas relacionadas com o agronegócio, que darão o seu melhor contributo na dinamização do evento. A IX edição da AGROGLOBAL será um palco privilegiado para o debate sobre os mais variados temas, mas acima de tudo, a discussão e encontro de caminhos que tragam soluções a um setor que tem sabido mostrar a sua resiliência, capacidade de inovação, empreendedorismo e adaptação à mudança. Assim, com a apresentação deste novo enquadramento da AGROGLOBAL, dá-se início a uma relação de parceria para a edição de 2023 e deixam uma janela aberta para mais novidades que brevemente partilharemos convosco. Inicie já a sua participação na Agroglobal, descarregando aqui o boletim de inscrição e aqui o manual do expositor. Fonte: Comunicado da organização Agroglobal.

  • Características de um bom substrato agrícola

    Os substratos são caracterizados por serem a base de materiais onde se desenvolvem as raízes das plantas e devem ser usados principalmente para colmatar as necessidades nutricionais, de ar e de água das culturas. Atualmente, o solo ou terra deixou de ser tão utilizado devido às dificuldades em se obter qualidade uniforme e, em alguns casos, estar contaminado por herbicidas, químicos, nematóides, pragas e plantas daninhas. Foi desta forma que o substrato agrícola ganhou espaço, podendo trazer uniformidade, padrão, qualidade, aumentos significativos na biomassa, regularização do crescimento, do florescimento e frutificação, melhor vingamento pós transplante, maior facilidade em programar e organizar a produção, sanidade, livre de daninhas, pragas, nematoides, herbicidas, químicos e resultados reproduzíveis para o cultivo comercial. Substrato inadequado pode comprometer qualidade da planta Substratos com características indesejáveis podem comprometer a qualidade das plantas. A busca de substratos de boa qualidade é um fator importante, que deve ser adotado pelos profissionais agrícolas. Além disso, o uso de um substrato padrão permite a automatização da irrigação, adubação e reduz o período de cultivo nas estufas, gerando mais ciclos de produção durante o ano e aumentando o lucro do produtor. O desenvolvimento adequado das plantas depende em grande parte das propriedades químicas, físicas e biológicas dos substratos utilizados, pelo que deve analisar bem a composição deste no momento da compra. Cada espécie tem um substrato ótimo capaz de garantir a qualidade adequada ao desenvolvimento das plantas maximizando-o no seu todo. Propriedades Físicas As propriedades físicas são das características mais importantes no momento de seleção do melhor substrato. Neste grupo estão incluídas a estrutura e textura – por exemplo a capacidade de retenção versus drenagem da água, a plasticidade, a porosidade e a densidade do substrato. Propriedades biológicas Características biológicas favoráveis também podem estar presentes nas matérias-primas e nos substratos orgânicos. Alguns microrganismos antagónicos podem auxiliar na supressão de agentes patogénicos, e a inoculação de micorrizas é uma prática comercial. O efeito supressivo, que se caracteriza pelo facto da doença não se manifestar mesmo na presença do hospedeiro susceptível, tem sido associado à actividade antagonista (através da produção de antibióticos, enzimas ou biocidas), ou associado à actividade de competição (por oxigénio ou por nutrientes como o carbono, o azoto ou o ferro), demonstrada por microrganismos que se desenvolvem durante o processo de compostagem (Diaz et al., 1987). Pelo contrário, os solos minerais são potenciais inoculadores de agentes patogénicos das culturas quando utilizados nas misturas. Principais características essenciais de um substrato Firmeza O substrato deve ser firme o suficiente para facilitar entre outros fatores, o enraizamento ou a germinação. Volume constante O volume do substrato quando molhado ou seco deve ser constante, não ocorrendo compactação do mesmo. Maturação O substrato deve estar bem maturado para impedir a imobilização do azoto, entre outros fatores. Retenção de água O substrato deve ter uma equilibrada capacidade de retenção de água para não exigir uma rega demasiado frequente. Limpeza e Higienização do substrato O material deve estar higienizado e limpo de forma a não inocular pragas e doenças às plantas. Porosidade O substrato deve ser suficientemente poroso para facilitar a drenagem do excesso de água evitando o encharcamento, facilitando a respiração do sistema radicular. Capacidade para disponibilizar água e nutrientes De forma a garantir o crescimento e desenvolvimento das plantas – capacidade de troca catiónica – elevado teor em matéria orgânica. O substrato deve ainda reunir uma baixa quantidade de sais e um estrutura e granulometria adequadas à planta. Fonte: A Cientista Agrícola | “Compostagem, fertilização do solo e substratos”, de Luís Miguel Brito.

  • Leia já: Manual de Fertilização do Sobreiro

    O Grupo Operacional NUTRISUBER - Nutrição e fertilização do montado de sobro, coordenado pelo INIAV e realizado em parceria com diversas entidades, nomeadamente a UNAC, O ISA e outras empresas e produtores individuais do setor florestal, teve por objetivo principal estabelecer recomendações de fertilização racional para o sobreiro, com base nos resultados das análises de terra e de folhas. Para interpretar os resultados das análises foliares em sobreiro, foram criados valores de referência e estabelecidas um conjunto de recomendações de fertilização para instalação de novos povoamentos, povoamentos jovens (antes da desbóia), e povoamentos adultos. Os resultados obtidos encontram-se reunidos no Manual de Fertilização do Sobreiro que se encontra disponível aqui. Leia já o Manual de Fertilização do Sobreiro. Fonte: INIAV

  • Agricultores recebem pagamento de 22,4 milhões de euros da Medida Excecional de Crise

    O Ministério da Agricultura e da Alimentação através do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) procedeu , no dia 21 de setembro, ao pagamento de cerca de 22,4 milhões de euros aos produtores agropecuários, para fazer face ao aumento dos custos de produção decorrentes da Seca e da Guerra na Ucrânia. Este pagamento é relativo ao período de candidaturas que decorreu entre 25 de julho e 19 de agosto de 2022, estando os montantes disponíveis na conta dos agricultores no próximo dia 23 de setembro. A distribuição deste apoio para os setores agrícolas abrangidos por esta medida é efetuada da seguinte forma: Setor das aves e ovos - 3,8 milhões de euros; Setor da carne de suíno – 5,6 milões de euros; Setor da produção de leite de vaca – 13 milhões de euros. A Medida Excecional de Crise, aplicável ao território de Portugal continental, insere-se no conjunto de apoios disponibilizados pelo Governo, de forma mitigar os efeitos da conjuntura atual e os constrangimentos que atingiram o setor da produção alimentar. Fonte: Ministério da Agricultura e Alimentação #ARoot

  • Crédito Agrícola lança campanha para jovens empresários e empreendedores

    O Crédito Agrícola lança uma nova campanha para Empreendedores que tem como objectivo potenciar o desenvolvimento e a dinamização do crescimento de negócios locais. “A tua ambição leva-te onde quiseres” é o mote da campanha que coloca o CA como o parceiro de excelência para apoiar os jovens empresários e empreendedores no desenvolvimento e crescimento dos seus negócios, independentemente do sector de actividade onde actuam. A campanha apresenta condições especiais no acesso ao financiamento que permitem aceder a soluções mais favoráveis, independentemente do sector de actividade ou finalidade do negócio, assim como na gestão do dia-a-dia através de soluções especiais de tesouraria. São também disponibilizadas soluções de leasing para o financiamento de bens móveis e imóveis. A pensar nos jovens empreendedores e empresários quem têm projectos no sector agrícola, o CA disponibiliza a linha Agronegócios FEI (Fundo Europeu de Investimento) com o objectivo de melhorar condições de acesso ao financiamento – taxas de juro atractivas e prazos de financiamento mais longos (até 15 anos). A campanha CA Empreendedores prevê ainda soluções de Proteção Vida e Não Vida adaptadas às especificidades de cada negócio. Toda a informação sobre a campanha “A tua ambição leva-te onde quiseres”, a decorrer até ao dia 4 de Novembro, pode ser consultada em www.creditoagricola.pt ou nas agências CA. Fonte: Crédito Agrícola.

  • Regulamentação de competências no Plano Nacional de Saúde Animal

    A partir do dia 17 de setembro a Portaria nº239/2022 que vem regulamentar o exercício das competências ou atribuições das diferentes entidades que participam na execução do Programa Nacional de Saúde Animal (PNSA). Publicada a 16 de Setembro, a Portaria nº239/2022 decorre do trabalho desenvolvido no âmbito do Grupo de Trabalho "Reestruturação dos Organizações de Produtores Pecuários" - GT-OPP e revoga a Portaria nº 178/2007, de 9 de Fevereiro. Este regulamento estabelece as obrigações e atribuições dos detentores, das Organizações de Produtores para a Sanidade Animal (OPSA), dos Médicos Veterinários coordenadores e executores e da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). Também estabelece a delegação e monitorização das competências e atribuições, bem como a modalidade de apoios do Estado, às ações e outras atividades oficiais, executadas pelas organizações de produtores para a sanidade animal (OPSA). Considerando a importância da aplicação de diferentes programas de erradicação e vigilância de doenças animais e ações de controlo, para a prevenção de doenças constantes do Programa Nacional de Saúde Animal, designadamente em bovinos, ovinos e caprinos, tendo como objetivo a classificação de explorações e áreas indemnes das doenças, recomendamos a leitura do diploma. Fonte: Diário da República nº 180, 1ª série, 16/09/2022.

  • 5 Vantagens da Agricultura de Precisão

    A Agricultura de Precisão (AP) tem como objetivo a aplicação de técnicas que levem à otimização da qualidade e quantidade da produção agrícola. Estas técnicas têm na sua base uma relação com o conceito de variabilidade, conceito este que é intrínseco a um terreno agrícola e também ao clima. O que a AP faz é tentar controlar os efeitos desta variabilidade, potenciando rendimentos maiores e mais homogéneos a partir do melhor aproveitamento de recursos. Com o aumento da população e as necessidades de alimentação mundial cada vez maiores, o setor agrícola está debaixo de fogo, exigindo-se com cada vez mais frequência fazer mais com menos. A Agricultura de Precisão tem sido a referência do setor no que ao aumento da eficiência diz respeito: otimizar, vigiar, monitorizar, prever: todos estes são termos comummente associados à Agricultura de Precisão. Aqui ficam 5 vantagens da Agricultura de Precisão: 1 - Monitorização e Controlo: Ao colocar sensores (condutividade elétrica, nitratos, temperatura, evapotranspiração, radiação, folhas e mistura de solo, etc.), torna-se possível criar as condições ótimas para o crescimento das plantas, através da monitorização e controlo dos parâmetros físico-químicos do solo e das plantas. A AP providencia um conjunto de recursos que permite também programar e gerir a colheita da melhor forma, através, por exemplo, da identificação antecipada do estado de maturação nas diferentes zonas do terreno agrícola, permitindo ao agricultor otimizar o processo de colheita atempadamente. A aplicação de dispositivos sensoriais no terreno permite um acompanhamento contínuo de determinados parâmetros previamente selecionados e irá providenciar informação em tempo real e a qualquer momento. 2 – Automatização: Ao incorporar um Sistema de Apoio à Gestão (SAG) num contexto de Gestão da Exploração Agrícola, as melhores condições para um determinado tipo de solo ou espécie de plantas específicas são automaticamente sugeridas, tendo como base a informação dos sensores. O SAP sugere o melhor momento para a rega (ou indica se é ou não necessária naquele exato momento), a necessidade nutritiva, etc… 3 – Acesso Remoto: Introduzir um sistema de AP nas operações diárias de uma exploração agrícola permite a gestão à distância. A informação providenciada pelos sensores é automaticamente transmitida para um servidor central e pode ser consultada através de um Smartphone, Tablet ou Portátil. Até mesmo alertas de email ou SMS podem ser programados para notificar o empresário agrícola quando é identificado algum problema, notificar alguma ação, emitir uma ordem, etc. 4 – Redução de Custos: Através da monitorização, controlo e rastreamento da produção agrícola nas suas diferentes fases, o agricultor verá os seus custos de produção reduzirem significativamente. seja na otimização da aplicação de fertilizantes, na prevenção e identificação de pragas e/ou doenças, ou no controlo e programação atempada da colheita, etc., todos estes processos permitirão eliminar custos desnecessários e que de outra forma seriam muito difíceis de identificar. 5 – Marketing: O recurso à tecnologia da Agricultura de Precisão, para além dos proveitos económicos e produtividade, gera também uma perceção positiva para o mercado e para a Sociedade no seu todo. Eficiência, desenvolvimento, preocupações ambientais são termos associados à prática da Agricultura de Precisão, que podem ser muito bem aproveitados pelo Departamento de Marketing da empresa. O objetivo final da Agricultura de Precisão é conseguir um aumento da competitividade e produtividade das explorações agrícolas, ao mesmo tempo que reduz o impacto ambiental ligado a esta atividade. Porém, a Agricultura de Precisão não traz apenas vantagens, representando também um investimento inicial significativo, pelo que o retorno não se justifica em todos os casos: a cultura, a dimensão da exploração e da(s) tecnologia(s) a aplicar, são alguns dos fatores a ter em conta na hora de decidir.

  • 6 alimentos para guardar longe do frigorífico

    Guardar frutas e legumes no frigorífico é, na maioria dos casos, necessário. Porém, existem alguns hortofrutícolas que nunca devem ser refrigerados, sob pena de lhes ser retirado sabor e qualidade. As temperaturas frias podem mudar o sabor e textura do alimento para… pior! Seja pelo sabor ou textura ou simplesmente para ganhar espaço nas prateleiras deste electrodoméstico, aqui ficam alguns alimentos que deve retirar já do frigorífico. 1. Abóbora A abóbora não necessita de ir para o frio, ainda para mais quando se trata de um alimento que ocupa quase meio frigorífico! Guardá-la num local escuro, e deixar um pouco de espaço entre os outros alimentos é suficiente: as abóboras tendem a apodrecer se estiverem em contacto direto com outros vegetais. 2. Cebola De acordo com a Associação Norte-Americana de produtores de Cebola, as cebolas doces devem estar no frigorífico, enquanto que as outras variedades se mantêm em bom estado numa zona escura e fresca da cozinha, mas longe das janelas. Apenas tenha o cuidado de as mover de local periodicamente. Tal como a abóbora, a exposição ao ar previne-as de apodrecer e de aparecerem manchas negras. 3. Batatas As temperaturas frias do frigorífico causam descoloração e uma alteração no sabor. Guarde as batatas fora do alcance direto da luz solar. 4. Batata Doce O frio também não é muito amigo das batatas doces. Elas dão-se melhor numa zona escura da cozinha. 5. Gengibre Guardar gengibre no frigorífico pode torna-lo seco e pegajoso. Tenha apenas cuidado em guardá-lo afastado da luz direta. Porém, para o gengibre descascado o armário da cozinha já não é solução: nesse caso, deve secar o gengibre descascado com uma toalha seca e limpa, e armazena-lo num saco de plástico, com o mínimo de ar possível. 6. Alho Os dentes de alho ficam bem no armário da cozinha. Gostou deste conteúdo? Partilhe com os seus amigos e familiares. #Root

  • E se os Agricultores desaparecerem?

    Numa das nossas zonas de conservação, temos uma que não tem qualquer intervenção há mais de 20 anos. É uma zona de testes para compararmos com os campos de Sementeira Direta, Sementeira Convencional, Agricultura de Sequeiro e as Margens Multifuncionais. Aqui podemos observar o que aconteceria se a agricultura desaparecesse dos nossos campos. Fonte - Milho Amarelo.

  • Novas regras de acesso à tarifa regulada de gás natural

    No âmbito da aprovação do Decreto-Lei nº 57-B/2022, destaque para o documento da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. O documento produzido pela ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos divulga as novas regras de acesso dos consumidores domésticos e pequenos negócios à tarifa regulada de gás natural, no âmbito da aprovação do Decreto- Lei nº 57-B/2022, que permite o regresso dos clientes com consumos anuais inferiores ou iguais a 10 000 m3 ao regime de tarifas reguladas. Informações em: www.erse.pt Consulte em: ersexplica_como-mudar-para-o-mercado-regulado-do-gás-natural.pdf #Root

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